Oficinas 2018
As oficinas acontecem de 8 à 13 de março e serão transmitidas pela plataforma.
É possível acompanhar aqui no site e no canal do YouTube, conteúdos extras como o filme “Guerreiros da Rua”, que ficará disponível gratuitamente - De 8/3 à 19/3.
E uma live especial no sábado, 13 de março, com uma oficina aberta de dança, com Nathália Novaes (Projeto Dança Acessível). Essa atividade terá livre acesso a quem tiver interesse, com início às 15h.
Oficinas 2025
As oficinas aconteceram de 6 à 7 de outubro.
Magno Rodrigues Faria
A arte de contar histórias
Magno Rodrigues Faria. Filho de Guaianases, é pedagogo formado pela Faculdade de Educação da USP com experiências nas redes pública, privada e no terceiro setor. Se especializou em ” Arte de Contar Histórias – Abordagens poética, literária e performática” pela A Casa Tombada. Possui experiência como supervisor de educadores na Bienal de Artes de São Paulo e educador de artes pelo Instituto Tomie Ohtake no projeto “Jovens Emergentes” na comunidade de Heliópolis. Desde 2010 trabalha regularmente como educador de biblioteca pelo Instituto Acaia, onde exerce hoje a coordenação desta área. Também é gestor do projeto @vozes_perifericas pelo Instituto Çarê. Contador de histórias em espaços de cultura (A Casa Tombada, Casa de Cultura do Parque, Centro Cultural SP, Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura, Quintal da Cultura [TV Cultura] entre outros) também promove oficinas que envolvam a palavra (como a oficina “Verdade ou Mentira” promovida nos SESCs Santos e Santana).
Magno Rodrigues Faria
A arte de contar histórias
Magno Rodrigues Faria. Filho de Guaianases, é pedagogo formado pela Faculdade de Educação da USP com experiências nas redes pública, privada e no terceiro setor. Se especializou em ” Arte de Contar Histórias – Abordagens poética, literária e performática” pela A Casa Tombada. Possui experiência como supervisor de educadores na Bienal de Artes de São Paulo e educador de artes pelo Instituto Tomie Ohtake no projeto “Jovens Emergentes” na comunidade de Heliópolis. Desde 2010 trabalha regularmente como educador de biblioteca pelo Instituto Acaia, onde exerce hoje a coordenação desta área. Também é gestor do projeto @vozes_perifericas pelo Instituto Çarê. Contador de histórias em espaços de cultura (A Casa Tombada, Casa de Cultura do Parque, Centro Cultural SP, Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura, Quintal da Cultura [TV Cultura] entre outros) também promove oficinas que envolvam a palavra (como a oficina “Verdade ou Mentira” promovida nos SESCs Santos e Santana).
Disparadora de narrativas
Disparadora de narrativas
O gRUPO êBA! nasceu em 2012, com o objetivo de proporcionar um novo tipo de encontro entre culturas. As histórias, brincadeiras e músicas transformaram-se em instrumentos para chegar até as crianças, levando leitura, alegria e muita imaginação. É formado por Amanda Lioli, pedagoga e intérprete de LIBRAS, Brunna Talita, contadora de histórias e educadora e Li Albano, psicóloga social e percussionista, além de artistas surdas e ouvintes convidadas. Ao longo de sua trajetória já realizou apresentações em Bibliotecas Estaduais e Municipais de São Paulo, escolas e outros eventos e centros culturais públicos e privados pelo Brasil.
Em 2015, o grupo lançou o primeiro livro infantil de sua autoria (com DVD em Libras), “Pé de Sonho”, com apoio do edital VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Atualmente, além dos espetáculos de teatro e contação de histórias bilíngues, o grupo também realiza intervenções culturais, oficinas, vivências e cursos livres de Libras, presenciais ou online, sempre com o intuito de democratizar o acesso do público surdo e sensibilizar o público ouvinte para essa língua de forma lúdica e criativa.
Andrea Villalobos
Oficina de audiovisual
Formada em Gestão Cultural e de Comunicação na Universidade Nacional da Colômbia (2013), com experiência em arte-educação e audiovisual (criação, direção, produção e roteiro), como ferramentas para a construção de paz e democratização da cultura, especialmente, em territórios vulneráveis de países da américa latina, como: Colômbia, Brasil e Cuba. Atualmente, um dos seus trabalhos, “Chiquichiqui: Cocineras de sueños Ancestrales”, onde atuou como diretora e produtora, obteve o Prêmio do Júri do XIII Festival de Cinema Indígena de Barcelona, España-IndiFest 2020.
Andrea Villalobos
Oficina de audiovisual
Formada em Gestão Cultural e de Comunicação na Universidade Nacional da Colômbia (2013), com experiência em arte-educação e audiovisual (criação, direção, produção e roteiro), como ferramentas para a construção de paz e democratização da cultura, especialmente, em territórios vulneráveis de países da américa latina, como: Colômbia, Brasil e Cuba. Atualmente, um dos seus trabalhos, “Chiquichiqui: Cocineras de sueños Ancestrales”, onde atuou como diretora e produtora, obteve o Prêmio do Júri do XIII Festival de Cinema Indígena de Barcelona, España-IndiFest 2020.
Gabriel Brito - Gabú
Oficina de ilustração
Gabriel Brito, Assina Gabú, é ilustrador e quadrinhista de São Paulo, Filho de pai e mãe nordestinos. Ama filmes (animações e live acition). Sarau de poesia e teatro. Faz parte de dois grupos de teatro e lançou o quadrinho Crianças Selvagens Pela editora Mino Esse ano. quer contar historias pra mos trar que as “pequenas” coisas da vida, são as maiores que ela tem a oferecer.
Gabriel Brito - Gabú
Oficina de ilustração
Gabriel Brito, Assina Gabú, é ilustrador e quadrinhista de São Paulo, Filho de pai e mãe nordestinos. Ama filmes (animações e live acition). Sarau de poesia e teatro. Faz parte de dois grupos de teatro e lançou o quadrinho Crianças Selvagens Pela editora Mino Esse ano. quer contar historias pra mos trar que as “pequenas” coisas da vida, são as maiores que ela tem a oferecer.
Nathália Novaes
Live de dança
Nathália Novaes
Professora
Formada em educação física e pedagogia. Vasta experiência em educação inclusiva e dança acessível . Ministra aulas para todas as idades. Pós graduada em dança. Cursou a primeira MBA em dança do Brasil. Seu lema é: a dança é para todos!
Fatima nascimento
Como fazer um zine
Fatima Nascimento é baiana, nasceu em Salvador e mora na Alemanha há 25 anos. É escritora, autodidata ilustradora, editora (FAFALAG) e educadora infantil. Casada, tenho duas filhas e vive em Munique.
Fatima nascimento
Como fazer um zine
Fatima Nascimento é baiana, nasceu em Salvador e mora na Alemanha há 25 anos. É escritora, autodidata ilustradora, editora (FAFALAG) e educadora infantil. Casada, tenho duas filhas e vive em Munique.
Lucas Ramon - Titiko
Oficina de ilustração
Lucas Ramon, cartunista e surdo brasileiro. Pela primeira vez, apresentou seus desenhos no FESTIVAL INTERNACIONAL QUADRINHOS em 2015 sobre (Três Patetas Surdos). Após este evento, passou a ministrar palestra em quase todos os estados no Brasil com este mesmo tema “Três Patetas Surdos”. Aos 25 anos de idade, seprofissionalizou em desenho, curso ofertado pela Casa dos Quadrinhos, em Belo Horizonte, onde conheceu o mundo das histórias em quadrinho e animação Cartoon Network se apaixonou. Seus livros “Três Patetas Surdos ” foram lançados no Bienal Minas Gerais em 2016. Fez exposição dos seus desenhos na Gibiteca de Curitiba e fui entrevistado pelas emissoras de TVS Rede Minas, Record e outros. Apresentou na Bienal dos quadrinhos em Curitiba em 2016. Foi convidado para participar do dia dos quadrinhos em Belo Horizonte-MG (2016, 2017 e 2018), lançou seu livro “Os Dinossauros Sobrevivem”, vendido mais 1720 livros no BRASIL neste ano.
Lucas Ramon- Titiko
Oficina de ilustração
Lucas Ramon, cartunista e surdo brasileiro. Pela primeira vez, apresentou seus desenhos no FESTIVAL INTERNACIONAL QUADRINHOS em 2015 sobre (Três Patetas Surdos). Após este evento, passou a ministrar palestra em quase todos os estados no Brasil com este mesmo tema “Três Patetas Surdos”. Aos 25 anos de idade, seprofissionalizou em desenho, curso ofertado pela Casa dos Quadrinhos, em Belo Horizonte, onde conheceu o mundo das histórias em quadrinho e animação Cartoon Network se apaixonou. Seus livros “Três Patetas Surdos ” foram lançados no Bienal Minas Gerais em 2016. Fez exposição dos seus desenhos na Gibiteca de Curitiba e fui entrevistado pelas emissoras de TVS Rede Minas, Record e outros. Apresentou na Bienal dos quadrinhos em Curitiba em 2016. Foi convidado para participar do dia dos quadrinhos em Belo Horizonte-MG (2016, 2017 e 2018), lançou seu livro “Os Dinossauros Sobrevivem”, vendido mais 1720 livros no BRASIL neste ano.